Miley
acordou pela madrugada, ainda deitada sobre as pernas de Pedro, observou o
movimento crítico e volumoso do hospital. Aquilo não parava, era gente doente
entrando e saindo dali a todo momento. Levantou a cabeça, sonolenta, com os
olhos inchados e lembrou o que fazia ali. Seu coração bateu forte,
aceleradamente e logo voltou a chorar. Elisa estava ao lado de seu irmão, os
dois dormiram ali mesmo, ele com a cabeça encostada na parede e ela sobre seu
ombro. Miley manteve-se de pé e caminhou pelo hospital sem rumo, desorientada,
arrastando um pedaço de pano pelo chão. Caminhou mais um pouco e pode ver uma
porta escrito “NECROTÉRIO”, sabia que o corpo de seu filho estava ali e
precisava ver.
-
Senhorita ? Precisa de algo ? – Perguntou uma enfermeira sem saber a situação
de Miley.
- Do meu
filho. – Ela respondeu chorando. – Preciso dele e ... ele ... ta morto.
- Oh meu
Deus. – Disse a enfermeira pegando nas mãos dela. – Sinto muito por isso. Se o
corpo dele estiver ai, só de manhã vai poder ver.
- Não
posso ver agora ? – Miley ainda chorava ao perguntar. – Preciso vê-lo, preciso
vê-lo, por favor. – Ela implorava, apoiando o corpo sobre o ombro da enfermeira,
como se pedisse socorro, como se quisesse acabar com a tortura.
- Não
posso meu bem, sei que é difícil, mas ... – Uma lágrima escorreu dos olhos da
enfermeira ao consolar Miley. – Venha comigo, vou te dar água pra acalmar.
A
enfermeira pegou nas mãos dela, observando que mal podia andar e a levou para
tomar água e um calmante. Mediu sua pressão arterial, temperatura e deu a ela
um pão com manteiga.
- Como
ele faleceu ? – Perguntou a enfermeira, o nome dela era Melissa, Miley pode observar olhando dentre as
lágrimas no jaleco dela.
-
Acidente de carro. – Ela limpou as lágrimas. – O pai dele ficou com raiva de
mim por um motivo pessoal e pegou o bebê e ... e saiu com ele de carro. Nunca
imaginei que ele iria cometer essa besteira. Me sinto tão culpada, to sem chão.
- Era
pequenino então ?
- Sim,
ele tinha quase dois anos. Estávamos tão bem, preparando a festinha dele, ontem
mesmo levei ele para passear comigo, passamos o dia todo juntos. Meu filho era
tudo pra mim, tudo mesmo.
-
Querida, há males que vem pra bem. As vezes Deus tirou ele do mundo pra dar
espaço á outras crianças. Todos os dias nascem e morrem milhares de pessoas
em todo o mundo. É o ciclo da vida. – Disse Melissa, ainda massageando as mãos
frias e trêmulas de Miley. – Você ta sozinha aqui ? E seu marido ?
- Tô com
dois amigos, eles ficaram dormindo na sala de espera. Liam ... Liam ta vivo né.
Provavelmente não somos mais casados. Ainda não me conformo com a perda do meu
filho. – Ela disse, chorando de soluçar, avermelhada, suada.
-
Precisa se acalmar, já vai amanhecer. Vamos, vou te levar com seus amigos.
Miley
estava mais calma pelo efeito do calmante. Chorava menos, tremia menos. Logo
pela manhã Pedro e Elisa acordaram, ainda assustados com a situação. Miley
estava ao lado dele, com as mãos entre as pernas e a cabeça baixa. Descabelada,
desidratada, fraca e aparentemente mal.
- Miley
? – Pedro perguntou ao abraçá-la. – Tudo bem ?
- Não. –
Ela disse ainda cabisbaixa. – Nunca vou voltar a ser feliz, Pedro. Nunca mais
quero ver o Liam na minha frente.
- Pelo
jeito nunca perdeu alguém tão próximo em toda a vida né ?
- Só meu
avô, mas ele era velhinho, não foi tão sofrido.
- Eu sei
a sua dor, sabia ? – Ele disse ao lembrar de seus pais. – Comigo foi ao
contrário, perdi meus pais. Minha mãe me dizia que é sempre melhor um filho
enterrar o pai do que um pai enterrar um filho.
Ela
balançou a cabeça e o abraçou.
- Eu ao
menos vivi com meus pais. – Elisa falou se aproximando de Miley e ajoelhando-se
a frente dela. – Não tive chance de viver ao lado deles a melhor fase da minha
vida.
- É
difícil acreditar Lisa. É difícil ter que saber que vou viver sem meu filho. –
Lágrimas escorriam de seus olhos.
- Você
supera, você é forte. – Pedro disse.
- O que
eu fiz ? Acabei com tudo. – Ela se culpava entre as lágrimas. – A culpa é minha
Lisa. Se eu não tivesse aceitado me deitar com Miguel, Liam não ia ver aquilo e
nunca sentiria raiva de mim. Não iria sair de casa e levar Nathan com ele.
- Miley
... – Pedro afastou os cabelos do rosto avermelhado dela.
- Eu o
amava tanto. Ele era o homem da minha vida. POR QUÊ ? POR QUÊ ? – Ela gritava
cada vez mais alto, ajoelhando-se no chão, com as mãos sobre os olhos, chorando
compulsivamente, perdendo o fôlego e tentando acabar com a própria vida.
Os pais
de Miley e de Liam ainda não sabiam da notícia. Liam estava internado, com
poucos ferimentos, pois durante a queda estava preso ao cinto de segurança,
Nathan não, ele estava solto no banco de trás, sem nenhuma segurança. Pedro e
Elisa iriam batizá-lo pouco depois de seu aniversário de dois anos. Luiza amava
seu neto imensamente, não dava pra saber a reação dela quando soubesse que o
pequeno tesouro da família estava morto. Com tudo o que os pais de Liam estavam
passando no momento, seria difícil contar a situação.
Ele
permanecia lá, sozinho, sem receber alta, sem poder ver Nathan, sem Miley, sem
a família. Destruído pela dor da perda. Era um tempo difícil para todo mundo.
Nessa altura os pais de Miley já sabiam do acontecido e estavam no hospital
aparando a filha. A família toda se desesperou. Henrique e Lucas também estavam
ali, chorando pela perda do sobrinho. Miley não tinha forças suficiente para
contar aos pais como tudo aconteceu, Pedro fez isso por ela. Era chocante,
desesperador.
O tempo
passou. Parecia tortura ficar dentro de um hospital o dia todo, sofrendo. A
família ali, reunida, ainda sem acreditar, esperava o corpo de Nathan ser
liberado para que pudessem ver. Miley entrou e logo uma enfermeira acompanhou
Liam numa cadeira de rodas até lá. Se olharam, ela fechou os olhos
inconformada, ele acariciou suas costas e disse:
- A
melhor coisa que já aconteceu na minha vida não existe mais. Será que vale a
pena viver ?
- Me
perdoa ... Me perdoa, por favor ? Isso tudo é culpa minha. – Disse ela o abraçando,
ajoelhada e apoiando a cabeça em seu peito machucado.
- Por
que fez isso comigo Miley ? – Ele chorava. – Eu te amava tanto ! – Passando as
mãos sobre os cabelos dela.
Ela não
respondeu nada. Beijou as mãos dele, levantou-se e foram olhar Nathan. Ele
parecia maior, branco, pálido, gelado, machucado da cabeça aos pés. Liam tocou
sua mão como da última vez que o vira vivo e riu, lembrando das coisinhas bobas
que Nathan fazia. Miley o acariciou, debruçando-se sobre o corpo, pedindo perdão
por tudo.
- Lembra
quando levávamos para passear na praia ? – Ele perguntou.
- Sim.
Era tão bom né ? – Miley balançou a cabeça ao dizer.
- Perdi
o controle do carro. Nunca iria matar meu filho por querer. Na hora da raiva o
coloquei no banco de trás sem cadeirinha. – Liam disse cabisbaixo. – Vai ser
difícil continuar a vida Miley. Vai ser ruim viver sem vocês.
- Não
vai me perdoar ?
- Não
posso perdoar uma traição que matou meu filho. Não vou tê-lo de volta, não vou
viver como antes, não sei nem se vou sobreviver a isso. – Ele chorava.
Na mesma
hora a enfermeira voltou para buscar Liam. Ia receber alta, teria que voltar
para casa de seus pais na Austrália. Teria que se despedir de seus amigos. Los
Angeles não era mais seu lugar. Miley não era mais sua amada. Eram muitas dores
pra continuar ali. Ele precisava viver de novo, respirar. Encontrar um novo
mundo, um caminho pra seguir. Não sentia tanto amor por Miley como antes.
Precisava sair dali para esquecê-la. Ela era frágil, ele sabia que nunca
conseguiria viver longe dela, mas seria necessário.
Laura,
Rubens e Lívia, não puderam vir para o enterro de Nathan, pois não ia dar
tempo. Mas vieram para buscar Liam. Nathan foi enterrado na manhã seguinte, com
a presença de todos os amigos de Miley e Liam e seus familiares. Miley chorava,
não muito pois estava sobre efeito de muitos calmantes. Elisa gritava
compulsivamente, sendo amparada pelos amigos. Pedro abraçado a Liam, não se
conformava. Eram amigos desde pequenos, teriam que se separar. Não poderia mais
ser padrinho do bebê mais lindo do mundo. Não poderia mais levá-lo pra casa e
cuidar dele para que Miley e Liam se divertissem. Seria difícil pra ele também.
Já sentiu essa dor uma vez e sabia o que Liam passava.
Luiza
abraçava a filha, quase debruçada sobre o caixão pequeno e coberto de flores. A
dor era uma só, pelo mesmo motivo. Também sobre o efeito do calmante, mas
sentia falta do seu netinho, o pequeno Nathan, o príncipe da vovó, o anjinho da
família. O mesmo acontecia com Paulo, ele chorava ajoelhado sobre a areia do
cemitério. Não queria estar ali, não queria perder seu neto, não agüentava ver
sua filha sofrer. Era torturante demais.
DUAS
SEMANAS DEPOIS ...
Liam
abandonou o emprego em Los
Angeles , voltou com seus pais pra Austrália. Como eles
moravam longe, não foi tão difícil aceitar a morte de Nathan, mas era
complicado ver o filho sofrer. Miley organizava as coisas de Nathan pra que
pudesse doar, não queria nada que lembrasse ele a não ser fotos, vídeos e a
presença dele sobre os ares como um pequeno anjo a protegendo. Liam havia
pedido para Pedro cuidar dela, por mais que ainda sentia raiva do que tenha
feito. Não tinha como revidar a situação. Ele sentia falta de sua mulher, do
seu filho. Do corpo deles perto ao seu, do cheiro que eles tinham.
Com o
tempo ela vendeu a casa e voltou a morar com seus pais. Agora seria momento de
providenciar o divórcio. Eles precisavam se separar para que pudessem continuar
a vida. Mesmo se amando, Liam não a aceitava mais, Miley entrou em certa
depressão após a morte do filho e isso a levou passar por uma série de exames
de rotina e consultas psicológicas. Tentava expressar toda sua dor, sua mágoa e
ansiedade. Queria chegar em casa e poder ver seu filho brincando alegremente,
seu marido a recebendo de braços abertos e um ar de felicidade. Luiza e Pedro
tentavam ajudar na recuperação dela, mas não tinha progresso, Miley se sentia acabada, para ela não tinha mais concerto, sua vida havia acabado e não teria
mais motivos pra viver.
Miguel
ainda estava com ela, ao seu lado, a levando para sair e descansar a mente de
coisas ruins. Apesar dele ter provocado a maior parte do desastre na vida dela,
sentia que tinha apenas a ele para se consolar. Seus pais não tinham tanta
paciência em lidar com as mudanças na vida dela.
- Não
sei por que você ainda sofre tanto ... – Disse Pedro, ao encontrá-la sentada
numa doca na praia.
- Talvez
porque ainda dói. – Disse ela ao virar pra trás e ver Pedro sorridente,
franzindo a testa pela quentura do sol.
- Ele me
pediu pra sempre cuidar de você, sempre. – Ele disse se aproximando e a
abraçando, beijando sua testa. – E eu vou cumprir com isso.
- Me
sinto tão sem rumo. Não sei o que fazer. – Ela disse deixando lágrimas
escorrerem.
- Ás
vezes a gente tem que deixar as estrelas que mais amamos brilhar em outro
lugar. Você tem que seguir em frente, Miley. É uma mulher tão linda e cheia de
saúde. Tenta viver de novo, se esforce pra isso, vai na fé. A vida ta ai pra
ser vivida, não é a morte do Nathan que vai te fazer desistir de tudo, foi uma
chance que Deus te deu pra reviver.
- Já faz
um mês, Pedro. Meus sonhos são com eles, meus dias são focados a eles, não sei
viver sem, é como se um pedaço do meu coração tivesse sido rançado e eles fossem a
ponte para que eu atravessasse até o outro lado. – Ela disse.
- Meus
pais faleceram há muito tempo, minha irmã mal pode conhecê-los e estou aqui,
firme e forte, cuidando da minha irmã como se eu fosse o pai dela. Dei a volta
por cima e sou feliz por não ter me perdido nesse mundo ou ter feito algo que
pudesse me prejudicar.
- Obrigada
por tudo. Eu te amo. – Ela disse o abraçando forte.
-
Qualquer coisa vai lá pra casa, podemos ficar juntos, caso seus pais não se
importem.
- Claro.
Eu vou sim. – Ela respondeu, afastando seu corpo do dele.
Miley
foi embora pensando em tudo que Pedro havia dito, seria bom se ela seguisse
seus conselhos. Chegou na porta da casa de seus pais, onde ela vivia agora,
descalça e descabelada. Ela mal se produzia, não havia motivos para isso na
cabeça dela. Miguel estava lá, lindo e cheiroso, abrindo a porta do carro que
alugou para ela e sem entender nada, perguntou:
- O que
é isso ?
- Vou te
levar pro cinema e depois vamos jantar juntos. Entre. – Ele respondeu com olhar
sedutor.
- Não
posso ir assim, olha minha situação.
- Não
importa, você é linda de qualquer jeito.
Entre.
- Não
vou assim, me perdoa, mas ...
Ele a
pegou pelo braço e a jogou dentro do carro. Assustada, Miley gritou o nome do
seu pai, mas Miguel acelerou o carro e cantou pneu pelas ruas.
- Não
dava pra esperar ? Não sou obrigada sair com você. – Ela disse, tentando amarrar os cabelos
dentro do carro.
- Quero
que conheça umas pessoas, talvez te faça mais feliz. Relaxa. – Ele disse,
colocando a mão direita na coxa dela e dirigindo com a outra.
- Você é
louco. – Disse ela assustada.
Desceram
do carro num lugar estranho, Miley vestia uma regata decotada, uma saia jeans
tamanho médio e nos pés uma rasteirinha simples. Com o cabelo pouco arrumado e
uma aparência abatida, agarrou aos braços de Miguel e olhou em tudo. Só tinha mato, pessoas
se drogando e muitas bebidas alcoólicas. Músicas estranhas e quanto mais ela se
aproximava, homens olhavam pra ela como se tivesse nua. Sentiu-se
desconfortável e pediu pra que Miguel a levasse embora.
- Não
vou te levar embora, você vai gostar. Ignora esses caras. – Ele disse.
- O que
vai acontecer ? – Perguntou ela.
Miguel
ofereceu bebidas alucinógenas, depois disso, ela começou a sorrir, beber cada
vez mais e se simpatizar com as pessoas, aceitando drogas e beijando outros
caras, deixando eles passar as mãos em seu corpo. Um deles a levou pra dentro de um carro desconhecido e lá transaram, logo depois Miguel pode ver
Miley louca, chamando homens pra transar com ela, como se fosse uma prostituta.
Ele ria da situação, ela estava sob efeitos das drogas, não tinha controle de
si própria.
- Ela é
muito boa. – Disse o jovem barbudo e cabeludo que tinha transado com ela.
- Ela é
demais. – Miguel respondeu.
- Mulher
violenta. – O jovem disse.
- Você
não viu nada. Trouxe ela aqui porque tava passando por momentos difíceis depois
da morte do filho.
- Linda
a moça, gostosa pra caramba, a rodela dos peitos dela são deliciosos.
-
Aproveitou né ? – Miguel perguntou ao dar um tapa de leve nas costas do jovem.
-
Demais. – Ele riu.
Depois
de ter satisfeito os prazeres de cinco homens feios, fedidos e drogados, ela
saiu do carro que nem sabia quem era o dono, arrumando os cabelos e ajeitando
os seios na blusa. Com os olhos vermelhos ela foi aplaudida e chamada de
gostosa e vagabunda por vários homens. As mulheres que estavam a ignoraram e
falaram mal da pobre Miley, estragando sua vida.
Miguel a
levou para casa já de madrugada, seus pais haviam chamado a polícia para ir
atrás dela, com medo de tentar se matar. Luiza chorava em frente a casa e Pedro
desesperado fazendo ligações. A bateria do celular dela havia descarregado e
seus pais já pensaram o pior.
-
Desculpe senhora, ela estava comigo. – Disse Miguel ao segurar Miley junto ao
seu corpo, ela mal parava em pé.
- O que
houve com minha filha ? Você que estragou o casamento dela, desgraçado. Largue
ela. – Disse Luiza ao se aproximar, com os olhos arregalados, sem saber o que
fazer.
- Levei
ela pra passear e esfriar a cabeça e ela acabou bebendo muito. Perdão, não quis
causar transtorno na família de vocês, só queria que ela chegasse bem em casa.
- Miley
nunca foi de beber, os olhos dela estão vermelhos, o que houve com ela ? –
Perguntou Paulo furioso. - Nunca mais encoste um dedo seu na minha filha. Desapareça da nossa vida.
- Bom,
acho melhor levá-la para um hospital. – Ordenou o policial que estava
acompanhando o caso, ao mesmo tempo passando o rádio para os que faziam a busca
de Miley. – Se você deu droga a ela, sabe que pode ser preso por isso né ?
- Sim
senhor. – Respondeu Miguel, sentindo o medo, deixando Miley nos braços de seus
pais e indo pra casa.
Luiza e
Paulo deram um banho em Miley e a levaram para o hospital, lá ela ficou em
observação e tomou soro para eliminar o álcool do sangue, febre e dor de
cabeça. Acordou com os olhos ainda avermelhados, sentindo enjôo e náuseas.
- Não
acredito que o mesmo que acabou com a vida do meu neto vai ser capaz de
destruir minha filha também. – Luiza disse abatida, ao ver a filha deitada na
cama do hospital. – Se não fosse ele, nada disso teria acontecido.
O médico
chegou com o resultado dos exames de Miley, e observaram que ela havia
consumido uma boa quantidade de drogas. Seus pais chocaram-se ao ouvir aquilo e estavam dispostos a
fazer de tudo pra não vê-la estragar sua vida, a vida que eles deram a ela. Se
Liam estivesse ali, nada seria assim, tudo estaria bem, mas o destino desastroso falou
mais alto.







26 comentários:
Ameiiiiiiiiiiiiiiii. Mtt bom o cap.
Obrigaaaaaaaaaaaaaada s2
ADOOOOOOOOOOOOOOREI MAH, vinnicius faria aqui s2.
Valeu amor s2 s2 s2. O que achou ? Quero comentários que definam o que achou.
Muuuuito bom, vai ter mais? AAAH tou doida pra ver o outro capitulo
Voce nao vai demorar para postar o capitulo 19 neh/?? :)
SENTE FALTA DE HANNAH MONTANA ? UMA FANFIC ESPELHADA NELA:
http://tbmanotherpartofme.blogspot.com
Oooownt, obrigada Vinni, Débora, Juliana. Valeu mesmo, já estou escrevendo o capítulo 19 pra vocês, obrigada por ler.
POSTA MAIS! =D
Cade o cap 19??Posta RAPIDO por favor!!
Tô escrevendo ele, até o dia 25 eu posto.
prefiro niley
quando vc vai posta o proximo?
vc falou que ia postar até o dia 25!
Você vai demorar pra postar o próximo capitulo? Ja passou do dia 25 ;s
Voce vai demorar muito pro proximo cap,to querendo terminar essa historia,porque ja estou esquecendo ela,ja faz um tempao q eu terminei e voce ainda nao postou,vai dar pra voce postar antes de novembro ou voce so vai postar ano que vem??Senao eu procuro outra historia em outros sites...
quem achar outra história me mande, essa aqui pelo jeito não vai sair, se for pra demorar todo esse tempo que poste pelo menos 3 de uma vez, esperar todo esse tempo pra ver um cap. só é sacanagem!
Voce nao vai posta capitulo novo :( ?
Vai demorar mt pra postar proximo capitulo, espero que venha uns 3 capitulos novos por causa dessa demora ;[[
Nossa que demora!!!Ja faz o que uns 3 ou 5 meses que estou esperando voce postar o proximo e nada,o que aconteceu???Daqui a pouco nao lembro mais a historia.
GEEEEEEEEEEEEEEENTE, PERDÃO
Gente, eu sei que estou errada, mas minha vida tá atolada demais, eu vivo postando no Tudo Miley que tá difícil pra mim e eu peço mil desculpas.
É erro MEU, mas hoje sai o 19 e eu já estou terminando o 20.
Peço que não me deixem, por favor, eu me atrasei, eu sei, me perdoem, mas trabalho, estudo e ainda tenho a vida pra viver.
POSTEI O 19, ME PERDOEM PELA DEMORA, PERDÃO MESMO.
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