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quinta-feira, 27 de setembro de 2012

CAPÍTULO 18 - Seguindo em Frente


Miley acordou pela madrugada, ainda deitada sobre as pernas de Pedro, observou o movimento crítico e volumoso do hospital. Aquilo não parava, era gente doente entrando e saindo dali a todo momento. Levantou a cabeça, sonolenta, com os olhos inchados e lembrou o que fazia ali. Seu coração bateu forte, aceleradamente e logo voltou a chorar. Elisa estava ao lado de seu irmão, os dois dormiram ali mesmo, ele com a cabeça encostada na parede e ela sobre seu ombro. Miley manteve-se de pé e caminhou pelo hospital sem rumo, desorientada, arrastando um pedaço de pano pelo chão. Caminhou mais um pouco e pode ver uma porta escrito “NECROTÉRIO”, sabia que o corpo de seu filho estava ali e precisava ver.
- Senhorita ? Precisa de algo ? – Perguntou uma enfermeira sem saber a situação de Miley.
- Do meu filho. – Ela respondeu chorando. – Preciso dele e ... ele ... ta morto.
- Oh meu Deus. – Disse a enfermeira pegando nas mãos dela. – Sinto muito por isso. Se o corpo dele estiver ai, só de manhã vai poder ver.
- Não posso ver agora ? – Miley ainda chorava ao perguntar. – Preciso vê-lo, preciso vê-lo, por favor. – Ela implorava, apoiando o corpo sobre o ombro da enfermeira, como se pedisse socorro, como se quisesse acabar com a tortura.
- Não posso meu bem, sei que é difícil, mas ... – Uma lágrima escorreu dos olhos da enfermeira ao consolar Miley. – Venha comigo, vou te dar água pra acalmar.
A enfermeira pegou nas mãos dela, observando que mal podia andar e a levou para tomar água e um calmante. Mediu sua pressão arterial, temperatura e deu a ela um pão com manteiga.
- Como ele faleceu ? – Perguntou a enfermeira, o nome dela era Melissa,  Miley pode observar olhando dentre as lágrimas no jaleco dela.
- Acidente de carro. – Ela limpou as lágrimas. – O pai dele ficou com raiva de mim por um motivo pessoal e pegou o bebê e ... e saiu com ele de carro. Nunca imaginei que ele iria cometer essa besteira. Me sinto tão culpada, to sem chão.
- Era pequenino então ?
- Sim, ele tinha quase dois anos. Estávamos tão bem, preparando a festinha dele, ontem mesmo levei ele para passear comigo, passamos o dia todo juntos. Meu filho era tudo pra mim, tudo mesmo.
- Querida, há males que vem pra bem. As vezes Deus tirou ele do mundo pra dar espaço á outras crianças. Todos os dias nascem e morrem milhares de pessoas em todo o mundo. É o ciclo da vida. – Disse Melissa, ainda massageando as mãos frias e trêmulas de Miley. – Você ta sozinha aqui ? E seu marido ?
- Tô com dois amigos, eles ficaram dormindo na sala de espera. Liam ... Liam ta vivo né. Provavelmente não somos mais casados. Ainda não me conformo com a perda do meu filho. – Ela disse, chorando de soluçar, avermelhada, suada.
- Precisa se acalmar, já vai amanhecer. Vamos, vou te levar com seus amigos.
Miley estava mais calma pelo efeito do calmante. Chorava menos, tremia menos. Logo pela manhã Pedro e Elisa acordaram, ainda assustados com a situação. Miley estava ao lado dele, com as mãos entre as pernas e a cabeça baixa. Descabelada, desidratada, fraca e aparentemente mal.
- Miley ? – Pedro perguntou ao abraçá-la. – Tudo bem ?
- Não. – Ela disse ainda cabisbaixa. – Nunca vou voltar a ser feliz, Pedro. Nunca mais quero ver o Liam na minha frente.
- Pelo jeito nunca perdeu alguém tão próximo em toda a vida né ?
- Só meu avô, mas ele era velhinho, não foi tão sofrido.
- Eu sei a sua dor, sabia ? – Ele disse ao lembrar de seus pais. – Comigo foi ao contrário, perdi meus pais. Minha mãe me dizia que é sempre melhor um filho enterrar o pai do que um pai enterrar um filho.
Ela balançou a cabeça e o abraçou.
- Eu ao menos vivi com meus pais. – Elisa falou se aproximando de Miley e ajoelhando-se a frente dela. – Não tive chance de viver ao lado deles a melhor fase da minha vida.
- É difícil acreditar Lisa. É difícil ter que saber que vou viver sem meu filho. – Lágrimas escorriam de seus olhos.
- Você supera, você é forte. – Pedro disse.
- O que eu fiz ? Acabei com tudo. – Ela se culpava entre as lágrimas. – A culpa é minha Lisa. Se eu não tivesse aceitado me deitar com Miguel, Liam não ia ver aquilo e nunca sentiria raiva de mim. Não iria sair de casa e levar Nathan com ele.
- Miley ... – Pedro afastou os cabelos do rosto avermelhado dela.
- Eu o amava tanto. Ele era o homem da minha vida. POR QUÊ ? POR QUÊ ? – Ela gritava cada vez mais alto, ajoelhando-se no chão, com as mãos sobre os olhos, chorando compulsivamente, perdendo o fôlego e tentando acabar com a própria vida.
Os pais de Miley e de Liam ainda não sabiam da notícia. Liam estava internado, com poucos ferimentos, pois durante a queda estava preso ao cinto de segurança, Nathan não, ele estava solto no banco de trás, sem nenhuma segurança. Pedro e Elisa iriam batizá-lo pouco depois de seu aniversário de dois anos. Luiza amava seu neto imensamente, não dava pra saber a reação dela quando soubesse que o pequeno tesouro da família estava morto. Com tudo o que os pais de Liam estavam passando no momento, seria difícil contar a situação.
Ele permanecia lá, sozinho, sem receber alta, sem poder ver Nathan, sem Miley, sem a família. Destruído pela dor da perda. Era um tempo difícil para todo mundo. Nessa altura os pais de Miley já sabiam do acontecido e estavam no hospital aparando a filha. A família toda se desesperou. Henrique e Lucas também estavam ali, chorando pela perda do sobrinho. Miley não tinha forças suficiente para contar aos pais como tudo aconteceu, Pedro fez isso por ela. Era chocante, desesperador.
O tempo passou. Parecia tortura ficar dentro de um hospital o dia todo, sofrendo. A família ali, reunida, ainda sem acreditar, esperava o corpo de Nathan ser liberado para que pudessem ver. Miley entrou e logo uma enfermeira acompanhou Liam numa cadeira de rodas até lá. Se olharam, ela fechou os olhos inconformada, ele acariciou suas costas e disse:
- A melhor coisa que já aconteceu na minha vida não existe mais. Será que vale a pena viver ?
- Me perdoa ... Me perdoa, por favor ? Isso tudo é culpa minha. – Disse ela o abraçando, ajoelhada e apoiando a cabeça em seu peito machucado.
- Por que fez isso comigo Miley ? – Ele chorava. – Eu te amava tanto ! – Passando as mãos sobre os cabelos dela.
Ela não respondeu nada. Beijou as mãos dele, levantou-se e foram olhar Nathan. Ele parecia maior, branco, pálido, gelado, machucado da cabeça aos pés. Liam tocou sua mão como da última vez que o vira vivo e riu, lembrando das coisinhas bobas que Nathan fazia. Miley o acariciou, debruçando-se sobre o corpo, pedindo perdão por tudo.
- Lembra quando levávamos para passear na praia ? – Ele perguntou.
- Sim. Era tão bom né ? – Miley balançou a cabeça ao dizer.
- Perdi o controle do carro. Nunca iria matar meu filho por querer. Na hora da raiva o coloquei no banco de trás sem cadeirinha. – Liam disse cabisbaixo. – Vai ser difícil continuar a vida Miley. Vai ser ruim viver sem vocês.
- Não vai me perdoar ?
- Não posso perdoar uma traição que matou meu filho. Não vou tê-lo de volta, não vou viver como antes, não sei nem se vou sobreviver a isso. – Ele chorava.
Na mesma hora a enfermeira voltou para buscar Liam. Ia receber alta, teria que voltar para casa de seus pais na Austrália. Teria que se despedir de seus amigos. Los Angeles não era mais seu lugar. Miley não era mais sua amada. Eram muitas dores pra continuar ali. Ele precisava viver de novo, respirar. Encontrar um novo mundo, um caminho pra seguir. Não sentia tanto amor por Miley como antes. Precisava sair dali para esquecê-la. Ela era frágil, ele sabia que nunca conseguiria viver longe dela, mas seria necessário.
Laura, Rubens e Lívia, não puderam vir para o enterro de Nathan, pois não ia dar tempo. Mas vieram para buscar Liam. Nathan foi enterrado na manhã seguinte, com a presença de todos os amigos de Miley e Liam e seus familiares. Miley chorava, não muito pois estava sobre efeito de muitos calmantes. Elisa gritava compulsivamente, sendo amparada pelos amigos. Pedro abraçado a Liam, não se conformava. Eram amigos desde pequenos, teriam que se separar. Não poderia mais ser padrinho do bebê mais lindo do mundo. Não poderia mais levá-lo pra casa e cuidar dele para que Miley e Liam se divertissem. Seria difícil pra ele também. Já sentiu essa dor uma vez e sabia o que Liam passava.
Luiza abraçava a filha, quase debruçada sobre o caixão pequeno e coberto de flores. A dor era uma só, pelo mesmo motivo. Também sobre o efeito do calmante, mas sentia falta do seu netinho, o pequeno Nathan, o príncipe da vovó, o anjinho da família. O mesmo acontecia com Paulo, ele chorava ajoelhado sobre a areia do cemitério. Não queria estar ali, não queria perder seu neto, não agüentava ver sua filha sofrer. Era torturante demais.
DUAS SEMANAS DEPOIS ...
Liam abandonou o emprego em Los Angeles, voltou com seus pais pra Austrália. Como eles moravam longe, não foi tão difícil aceitar a morte de Nathan, mas era complicado ver o filho sofrer. Miley organizava as coisas de Nathan pra que pudesse doar, não queria nada que lembrasse ele a não ser fotos, vídeos e a presença dele sobre os ares como um pequeno anjo a protegendo. Liam havia pedido para Pedro cuidar dela, por mais que ainda sentia raiva do que tenha feito. Não tinha como revidar a situação. Ele sentia falta de sua mulher, do seu filho. Do corpo deles perto ao seu, do cheiro que eles tinham.
Com o tempo ela vendeu a casa e voltou a morar com seus pais. Agora seria momento de providenciar o divórcio. Eles precisavam se separar para que pudessem continuar a vida. Mesmo se amando, Liam não a aceitava mais, Miley entrou em certa depressão após a morte do filho e isso a levou passar por uma série de exames de rotina e consultas psicológicas. Tentava expressar toda sua dor, sua mágoa e ansiedade. Queria chegar em casa e poder ver seu filho brincando alegremente, seu marido a recebendo de braços abertos e um ar de felicidade. Luiza e Pedro tentavam ajudar na recuperação dela, mas não tinha progresso, Miley se sentia acabada, para ela não tinha mais concerto, sua vida havia acabado e não teria mais motivos pra viver.
Miguel ainda estava com ela, ao seu lado, a levando para sair e descansar a mente de coisas ruins. Apesar dele ter provocado a maior parte do desastre na vida dela, sentia que tinha apenas a ele para se consolar. Seus pais não tinham tanta paciência em lidar com as mudanças na vida dela.
- Não sei por que você ainda sofre tanto ... – Disse Pedro, ao encontrá-la sentada numa doca na praia.
- Talvez porque ainda dói. – Disse ela ao virar pra trás e ver Pedro sorridente, franzindo a testa pela quentura do sol.
- Ele me pediu pra sempre cuidar de você, sempre. – Ele disse se aproximando e a abraçando, beijando sua testa. – E eu vou cumprir com isso.
- Me sinto tão sem rumo. Não sei o que fazer. – Ela disse deixando lágrimas escorrerem.
- Ás vezes a gente tem que deixar as estrelas que mais amamos brilhar em outro lugar. Você tem que seguir em frente, Miley. É uma mulher tão linda e cheia de saúde. Tenta viver de novo, se esforce pra isso, vai na fé. A vida ta ai pra ser vivida, não é a morte do Nathan que vai te fazer desistir de tudo, foi uma chance que Deus te deu pra reviver.
- Já faz um mês, Pedro. Meus sonhos são com eles, meus dias são focados a eles, não sei viver sem, é como se um pedaço do meu coração tivesse sido rançado e eles fossem a ponte para que eu atravessasse até o outro lado. – Ela disse.
- Meus pais faleceram há muito tempo, minha irmã mal pode conhecê-los e estou aqui, firme e forte, cuidando da minha irmã como se eu fosse o pai dela. Dei a volta por cima e sou feliz por não ter me perdido nesse mundo ou ter feito algo que pudesse me prejudicar.
- Obrigada por tudo. Eu te amo. – Ela disse o abraçando forte.
- Qualquer coisa vai lá pra casa, podemos ficar juntos, caso seus pais não se importem.
- Claro. Eu vou sim. – Ela respondeu, afastando seu corpo do dele.
Miley foi embora pensando em tudo que Pedro havia dito, seria bom se ela seguisse seus conselhos. Chegou na porta da casa de seus pais, onde ela vivia agora, descalça e descabelada. Ela mal se produzia, não havia motivos para isso na cabeça dela. Miguel estava lá, lindo e cheiroso, abrindo a porta do carro que alugou para ela e sem entender nada, perguntou:
- O que é isso ?
- Vou te levar pro cinema e depois vamos jantar juntos. Entre. – Ele respondeu com olhar sedutor.
- Não posso ir assim, olha minha situação.
- Não importa, você é linda de qualquer jeito.  Entre.
- Não vou assim, me perdoa, mas ...
Ele a pegou pelo braço e a jogou dentro do carro. Assustada, Miley gritou o nome do seu pai, mas Miguel acelerou o carro e cantou pneu pelas ruas.
- Não dava pra esperar ? Não sou obrigada sair com você.  – Ela disse, tentando amarrar os cabelos dentro do carro.
- Quero que conheça umas pessoas, talvez te faça mais feliz. Relaxa. – Ele disse, colocando a mão direita na coxa dela e dirigindo com a outra.
- Você é louco. – Disse ela assustada.
Desceram do carro num lugar estranho, Miley vestia uma regata decotada, uma saia jeans tamanho médio e nos pés uma rasteirinha simples. Com o cabelo pouco arrumado e uma aparência abatida, agarrou aos braços de Miguel e olhou em tudo. Só tinha mato, pessoas se drogando e muitas bebidas alcoólicas. Músicas estranhas e quanto mais ela se aproximava, homens olhavam pra ela como se tivesse nua. Sentiu-se desconfortável e pediu pra que Miguel a levasse embora.
- Não vou te levar embora, você vai gostar. Ignora esses caras. – Ele disse.
- O que vai acontecer ? – Perguntou ela.
Miguel ofereceu bebidas alucinógenas, depois disso, ela começou a sorrir, beber cada vez mais e se simpatizar com as pessoas, aceitando drogas e beijando outros caras, deixando eles passar as mãos em seu corpo. Um deles a levou pra dentro de um carro desconhecido e lá transaram, logo depois Miguel pode ver Miley louca, chamando homens pra transar com ela, como se fosse uma prostituta. Ele ria da situação, ela estava sob efeitos das drogas, não tinha controle de si própria.
- Ela é muito boa. – Disse o jovem barbudo e cabeludo que tinha transado com ela.
- Ela é demais. – Miguel respondeu.
- Mulher violenta. – O jovem disse.
- Você não viu nada. Trouxe ela aqui porque tava passando por momentos difíceis depois da morte do filho.
- Linda a moça, gostosa pra caramba, a rodela dos peitos dela são deliciosos.
- Aproveitou né ? – Miguel perguntou ao dar um tapa de leve nas costas do jovem.
- Demais. – Ele riu.
Depois de ter satisfeito os prazeres de cinco homens feios, fedidos e drogados, ela saiu do carro que nem sabia quem era o dono, arrumando os cabelos e ajeitando os seios na blusa. Com os olhos vermelhos ela foi aplaudida e chamada de gostosa e vagabunda por vários homens. As mulheres que estavam a ignoraram e falaram mal da pobre Miley, estragando sua vida.
Miguel a levou para casa já de madrugada, seus pais haviam chamado a polícia para ir atrás dela, com medo de tentar se matar. Luiza chorava em frente a casa e Pedro desesperado fazendo ligações. A bateria do celular dela havia descarregado e seus pais já pensaram o pior.
- Desculpe senhora, ela estava comigo. – Disse Miguel ao segurar Miley junto ao seu corpo, ela mal parava em pé.
- O que houve com minha filha ? Você que estragou o casamento dela, desgraçado. Largue ela. – Disse Luiza ao se aproximar, com os olhos arregalados, sem saber o que fazer.
- Levei ela pra passear e esfriar a cabeça e ela acabou bebendo muito. Perdão, não quis causar transtorno na família de vocês, só queria que ela chegasse bem em casa.
- Miley nunca foi de beber, os olhos dela estão vermelhos, o que houve com ela ? – Perguntou Paulo furioso. - Nunca mais encoste um dedo seu na minha filha. Desapareça da nossa vida.
- Bom, acho melhor levá-la para um hospital. – Ordenou o policial que estava acompanhando o caso, ao mesmo tempo passando o rádio para os que faziam a busca de Miley. – Se você deu droga a ela, sabe que pode ser preso por isso né ?
- Sim senhor. – Respondeu Miguel, sentindo o medo, deixando Miley nos braços de seus pais e indo pra casa.
Luiza e Paulo deram um banho em Miley e a levaram para o hospital, lá ela ficou em observação e tomou soro para eliminar o álcool do sangue, febre e dor de cabeça. Acordou com os olhos ainda avermelhados, sentindo enjôo e náuseas.
- Não acredito que o mesmo que acabou com a vida do meu neto vai ser capaz de destruir minha filha também. – Luiza disse abatida, ao ver a filha deitada na cama do hospital. – Se não fosse ele, nada disso teria acontecido.
O médico chegou com o resultado dos exames de Miley, e observaram que ela havia consumido uma boa quantidade de drogas. Seus pais chocaram-se ao ouvir aquilo e estavam dispostos a fazer de tudo pra não vê-la estragar sua vida, a vida que eles deram a ela. Se Liam estivesse ali, nada seria assim, tudo estaria bem, mas o destino desastroso falou mais alto. 

26 comentários:

Ameiiiiiiiiiiiiiiii. Mtt bom o cap.

ADOOOOOOOOOOOOOOREI MAH, vinnicius faria aqui s2.

Valeu amor s2 s2 s2. O que achou ? Quero comentários que definam o que achou.

Muuuuito bom, vai ter mais? AAAH tou doida pra ver o outro capitulo

Voce nao vai demorar para postar o capitulo 19 neh/?? :)

SENTE FALTA DE HANNAH MONTANA ? UMA FANFIC ESPELHADA NELA:
http://tbmanotherpartofme.blogspot.com

Oooownt, obrigada Vinni, Débora, Juliana. Valeu mesmo, já estou escrevendo o capítulo 19 pra vocês, obrigada por ler.

Este comentário foi removido pelo autor.

Cade o cap 19??Posta RAPIDO por favor!!

Tô escrevendo ele, até o dia 25 eu posto.

quando vc vai posta o proximo?

vc falou que ia postar até o dia 25!

Você vai demorar pra postar o próximo capitulo? Ja passou do dia 25 ;s

Voce vai demorar muito pro proximo cap,to querendo terminar essa historia,porque ja estou esquecendo ela,ja faz um tempao q eu terminei e voce ainda nao postou,vai dar pra voce postar antes de novembro ou voce so vai postar ano que vem??Senao eu procuro outra historia em outros sites...

quem achar outra história me mande, essa aqui pelo jeito não vai sair, se for pra demorar todo esse tempo que poste pelo menos 3 de uma vez, esperar todo esse tempo pra ver um cap. só é sacanagem!

Voce nao vai posta capitulo novo :( ?

Vai demorar mt pra postar proximo capitulo, espero que venha uns 3 capitulos novos por causa dessa demora ;[[

Nossa que demora!!!Ja faz o que uns 3 ou 5 meses que estou esperando voce postar o proximo e nada,o que aconteceu???Daqui a pouco nao lembro mais a historia.

Gente, eu sei que estou errada, mas minha vida tá atolada demais, eu vivo postando no Tudo Miley que tá difícil pra mim e eu peço mil desculpas.

É erro MEU, mas hoje sai o 19 e eu já estou terminando o 20.

Peço que não me deixem, por favor, eu me atrasei, eu sei, me perdoem, mas trabalho, estudo e ainda tenho a vida pra viver.

POSTEI O 19, ME PERDOEM PELA DEMORA, PERDÃO MESMO.

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